As torres de telecomunicações são estruturas essenciais para garantir que o sinal chegue aos usuários com qualidade, assegurando cobertura ampla, estabilidade e confiabilidade na rede.
As soluções Built-to-Suit da QMC são sob medida para cada cliente e contemplam todas as etapas do projeto: prospecção e avaliação dos melhores locais, obtenção de licenças e autorizações, engenharia e construção do site.
A QMC desenvolve soluções de infraestrutura em coberturas de edifícios, muito utilizadas em áreas urbanas.
Os sites especiais são soluções voltadas a locais com restrições de implantação e maior sensibilidade estética — como áreas com limitações ambientais, estéticas, municipais ou de preservação do patrimônio histórico — onde é muito difícil desenvolver uma torre tradicional.
A QMC tem grande expertise na implantação de sites especiais. São mais de 300 na América Latina — muitos em locais onde outras soluções foram tentadas sem sucesso por anos.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há comprovação de que antenas de celular causem câncer. O maior estudo já realizado sobre o tema mostra que os sinais emitidos por celulares e antenas não são fortes o suficiente para provocar a doença.
Especialistas explicam que as ondas emitidas são chamadas de radiações não ionizantes, ou seja, não têm energia para causar alterações no corpo humano. Segundo órgãos como a Sociedade Americana Contra o Câncer e o Instituto Nacional do Câncer , apenas exposições muito altas e fora do padrão, diferentes das emitidas por antenas e celulares, poderiam representar algum risco.
No Brasil, a Anatel monitora e regula esse tema e disponibiliza informações para esclarecer dúvidas e garantir que os limites seguros sejam respeitados.
Não. A torre é uma estrutura metálica ou de concreto para a sustentação física da antena, para que ela fique em um local alto. Já a antena é o equipamento que capta o sinal transmitido pelo ar e o distribui por toda a rede de telecomunicações. Muitas antenas, especialmente em áreas urbanas, não têm torre.
Sim, porque sem a antena, não tem sinal, não tem serviço. Não tem internet, não tem telefone, não tem economia digital. São as antenas que trazem conectividade e desenvolvimento para os municípios.
Por diversos critérios técnicos e dentro de um planejamento contínuo para obter a melhor cobertura. Quanto mais pessoas usando os serviços mais demanda haverá pelas antenas.
São necessárias duas autorizações. A primeira, pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), órgão que fiscaliza todas as atividades do setor, inclusive as antenas. E a segunda autorização cabe ao município, que é responsável pelo uso do solo onde a antena será instalada.
Não! Toda instalação, seja em prédios ou em qualquer outro lugar, é acompanhada por um especialista para avaliar a potência emitida. Há limites preestabelecidos e eles são respeitados. Caso contrário, a instalação não é autorizada pela Anatel.
Sim. As antenas são instaladas seguindo um planejamento para que haja boa oferta do serviço para o consumidor. Se há uma antena perto de sua casa, é porque ela é necessária para garantir a qualidade dos serviços nessa área.
Não, pelo contrário. Não ter serviço de celular no trabalho ou próximo de casa é que desvaloriza o imóvel. Todo mundo hoje quer acessar a internet e usar o celular.
Sim. As ondas eletromagnéticas emitidas pelas antenas são do tipo não ionizante. Isso quer dizer que o sinal da antena não tem o poder de alterar a estrutura molecular do humano ou animal, portanto, não interfere na saúde das pessoas. E a intensidade dessas ondas é bem menor do que as antenas de rádio e TV.
Não, as antenas não fazem mal à saúde do ser humano. Elas são instaladas de acordo com a legislação, que segue os limites determinados pela Organização Mundial de Saúde. Vários estudos foram realizados nas últimas décadas, inclusive pela OMS, e nenhum deles comprovou que o celular ou suas antenas façam mal à saúde.
Toda e qualquer comunicação sem fio, seja o Wi-Fi, o rádio, a TV ou o celular, utiliza ondas eletromagnéticas não ionizantes. Existem recomendações da OMS de limites de emissão de ondas que são seguidos pelos fabricantes. Assim como as antenas, os celulares não fazem mal.
Não. A Anatel já trata e fiscaliza as antenas quanto ao cumprimento dos limites de emissão de ondas eletromagnéticas (Lei 11.934/2009), que garantem a segurança da população.
Algumas cidades têm muita burocracia e leis ultrapassadas para a instalação de antenas, que não acompanharam o desenvolvimento de novas tecnologias nem o crescimento da demanda por novos serviços (fotos e vídeos). Nas cidades com essas leis, a qualidade dos serviços de telefonia e internet fica comprometida, prejudicando a comunidade.
As obras duram de acordo com o tipo de infraestrutura. Para um poste camuflado, a obra dura de 30 a 60 dias a depender da altura e das condições do solo. Já para uma obra de fachada esse tempo tende a ser um pouco menor dependendo das adequações que serão necessárias e do tipo de camuflagem. De toda forma, quando necessário, apresentamos um projeto juntamente com um cronograma de obras para aprovação.
Além do período de obras somam-se aproximadamente 30 dias para ativação dos equipamentos. Durante esse período (obra + ativação), a movimentação de pessoas é grande, porém, caso necessário, todos os profissionais que terão acesso a obra serão relacionados em uma lista de acesso. Após a fase de obra, o números de “entra e sai” ao estabelecimento é menor e com menor frequência.
Não. Nós da área de Projetos Especiais tomamos todo o cuidado com isso. Temos inclusive, como pré-requisito, não deixar nenhum impacto visual negativo no contexto arquitetônico.
Não. Todo investimento é feito pela QMC. Não é necessário nenhum investimento da parte do proprietário do espaço para este projeto.
Muito pelo contrário. Usamos áreas não rentáveis que passam a oferecer uma certa renda. Esse ativo passa a valorizar o bem.