TORRES, ROOFTOPS E SITES ESPECIAIS

Torres Built-To-Suit

As torres de telecomunicações são estruturas essenciais para garantir que o sinal chegue aos usuários com qualidade, assegurando cobertura ampla, estabilidade e confiabilidade na rede.

As soluções Built-to-Suit da QMC são sob medida para cada cliente e contemplam todas as etapas do projeto: prospecção e avaliação dos melhores locais, obtenção de licenças e autorizações, engenharia e construção do site.

Rooftops Built-To-Suit

A QMC desenvolve soluções de infraestrutura em coberturas de edifícios, muito utilizadas em áreas urbanas.

Sites Especiais

Os sites especiais são soluções voltadas a locais com restrições de implantação e maior sensibilidade estética — como áreas com limitações ambientais, estéticas, municipais ou de preservação do patrimônio histórico — onde é muito difícil desenvolver uma torre tradicional.

A QMC tem grande expertise na implantação de sites especiais. São mais de 300 na América Latina — muitos em locais onde outras soluções foram tentadas sem sucesso por anos.

A QMC possui mais de 300 sites especiais na América Latina. Conheça alguns projetos:

Um dos lugares mais bonitos do litoral norte em São Paulo, sem dúvida, é São Sebastião munícipio que fica a 200 km da capital paulista. Para chegar à cidade é necessário passar por estradas sinuosas que cortam parte do Parque Estadual Serra do Mar, uma unidade de conservação ambiental da Mata Atlântica, com cerca de 332 mil hectares que protegem 25 munícipios paulistas.
O México ocupa a 14ª posição entre os maiores países do mundo, em termos territoriais, e possui uma população estimada em mais de 126 milhões de pessoas, umbanas, grandes cidades e suas regiões metropolitanas, tais esmo edade do México, Guadalajara e Monterrey, a população rural ainda representa uma parcela significativa, com aproximadamente 20% das pessoas, cerca de 25 milhões, vivendo em comunidades e regiões afastadas dos grandes centros urbanos.
O município de Porto Seguro forma, em conjunto a Santa Cruz Cabrália e Belmonte, a chamada Costa do Descobrimento, onde a esquadra portuguesa comandada por Pedro Alvares Cabral aportou pela primeira vez no Brasil, em 22 de abril de 1500. A região é uma das mais visitadas do nordeste brasileiro, tanto por turistas nacionais como estrangeiros. O público que frequenta as belas praias, pousadas, hotéis e resorts tem alta demanda por sinal de telefonia móvel de qualidade, durante todo o ano, especialmente os principais períodos de festas, como o Carnaval e o Réveillon.
Destino de celebridades, músicos, esportistas renomados e executivos de multinacionais, Los Cabos é, sem dúvida, um dos lugares mais glamurosos do continente norte-americano. A região tem belas paisagens desérticas e vistas deslumbrantes ao longo do Mar de Cortés, como o famoso El Arco e todas as belas formações rochosas esculpidas pelo encontro das águas do Golfo da Califórnia com o Pacífico, uma relíquia natural que foi declarada Patrimônio da Humanidade, pela UNESCO.
Fundada em 1535, Olinda é a cidade mais antiga do Brasil. Ao ser colonizada pelos portugueses, prosperou rapidamente chegando a ter o status de Vila, com luxuosas construções e forte influência religiosa: não à toa, foi erguida no alto de morros que dão uma visão estratégica do Oceano Atlântico e do porto. Grande parte desse sucesso se deu devido à exploração de cana-de-açúcar – o que durou quase dois séculos.

Antena de celular causa câncer? A OMS responde: não.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há comprovação de que antenas de celular causem câncer. O maior estudo já realizado sobre o tema mostra que os sinais emitidos por celulares e antenas não são fortes o suficiente para provocar a doença.

Especialistas explicam que as ondas emitidas são chamadas de radiações não ionizantes, ou seja, não têm energia para causar alterações no corpo humano. Segundo órgãos como a Sociedade Americana Contra o Câncer e o Instituto Nacional do Câncer , apenas exposições muito altas e fora do padrão, diferentes das emitidas por antenas e celulares, poderiam representar algum risco.

No Brasil, a Anatel monitora e regula esse tema e disponibiliza informações para esclarecer dúvidas e garantir que os limites seguros sejam respeitados.

FAQ

Não. A torre é uma estrutura metálica ou de concreto para a sustentação física da antena, para que ela fique em um local alto. Já a antena é o equipamento que capta o sinal transmitido pelo ar e o distribui por toda a rede de telecomunicações. Muitas antenas, especialmente em áreas urbanas, não têm torre.

 

Sim, porque sem a antena, não tem sinal, não tem serviço. Não tem internet, não tem telefone, não tem economia digital. São as antenas que trazem conectividade e desenvolvimento para os municípios.

 

Por diversos critérios técnicos e dentro de um planejamento contínuo para obter a melhor cobertura. Quanto mais pessoas usando os serviços mais demanda haverá pelas antenas.

 

São necessárias duas autorizações. A primeira, pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), órgão que fiscaliza todas as atividades do setor, inclusive as antenas. E a segunda autorização cabe ao município, que é responsável pelo uso do solo onde a antena será instalada.

 

Não! Toda instalação, seja em prédios ou em qualquer outro lugar, é acompanhada por um especialista para avaliar a potência emitida. Há limites preestabelecidos e eles são respeitados. Caso contrário, a instalação não é autorizada pela Anatel.

 

Sim. As antenas são instaladas seguindo um planejamento para que haja boa oferta do serviço para o consumidor. Se há uma antena perto de sua casa, é porque ela é necessária para garantir a qualidade dos serviços nessa área.

 

Não, pelo contrário. Não ter serviço de celular no trabalho ou próximo de casa é que desvaloriza o imóvel. Todo mundo hoje quer acessar a internet e usar o celular.

 

Sim. As ondas eletromagnéticas emitidas pelas antenas são do tipo não ionizante. Isso quer dizer que o sinal da antena não tem o poder de alterar a estrutura molecular do humano ou animal, portanto, não interfere na saúde das pessoas. E a intensidade dessas ondas é bem menor do que as antenas de rádio e TV.

 

Não, as antenas não fazem mal à saúde do ser humano. Elas são instaladas de acordo com a legislação, que segue os limites determinados pela Organização Mundial de Saúde. Vários estudos foram realizados nas últimas décadas, inclusive pela OMS, e nenhum deles comprovou que o celular ou suas antenas façam mal à saúde.

 

Toda e qualquer comunicação sem fio, seja o Wi-Fi, o rádio, a TV ou o celular, utiliza ondas eletromagnéticas não ionizantes. Existem recomendações da OMS de limites de emissão de ondas que são seguidos pelos fabricantes. Assim como as antenas, os celulares não fazem mal.

 

Não. A Anatel já trata e fiscaliza as antenas quanto ao cumprimento dos limites de emissão de ondas eletromagnéticas (Lei 11.934/2009), que garantem a segurança da população.

 

Algumas cidades têm muita burocracia e leis ultrapassadas para a instalação de antenas, que não acompanharam o desenvolvimento de novas tecnologias nem o crescimento da demanda por novos serviços (fotos e vídeos). Nas cidades com essas leis, a qualidade dos serviços de telefonia e internet fica comprometida, prejudicando a comunidade.

 

As obras duram de acordo com o tipo de infraestrutura. Para um poste camuflado, a obra dura de 30 a 60 dias a depender da altura e das condições do solo. Já para uma obra de fachada esse tempo tende a ser um pouco menor dependendo das adequações que serão necessárias e do tipo de camuflagem. De toda forma, quando necessário, apresentamos um projeto juntamente com um cronograma de obras para aprovação.

Além do período de obras somam-se aproximadamente 30 dias para ativação dos equipamentos. Durante esse período (obra + ativação), a movimentação de pessoas é grande, porém, caso necessário, todos os profissionais que terão acesso a obra serão relacionados em uma lista de acesso. Após a fase de obra, o números de “entra e sai” ao estabelecimento é menor e com menor frequência.

 

Não. Nós da área de Projetos Especiais tomamos todo o cuidado com isso. Temos inclusive, como pré-requisito, não deixar nenhum impacto visual negativo no contexto arquitetônico.

 

Não. Todo investimento é feito pela QMC. Não é necessário nenhum investimento da parte do proprietário do espaço para este projeto.

 

Muito pelo contrário. Usamos áreas não rentáveis que passam a oferecer uma certa renda. Esse ativo passa a valorizar o bem.